Wednesday, July 13, 2005

...reaction from inside Gulbenkian...

Reacção dum/a colaborador/a da Fundação Gulbenkian:

Anonymous said...

Mais um desabafo.
http://www.geocities.com/gulbenkian2005
12:31 AM

7 Comments:

Anonymous contra-indicado said...

Os portugueses e o fim do Ballet Gulbenkian: andámos anos a fio em bicos dos pés, a fazer de conta que também podíamos ser prósperos e pujantes e altos e saudáveis e europeus e assim, como os meninos e as meninas dos outros países. Agora não. Agora acabou, ou dizem que acabou. Curiosamente, também acabou o Ballet Gulbenkian. Isto de andar em bicos dos pés está tudo ligado, é o que é.
(Apoio incondicional no contra-indicado)

1:18 PM  
Anonymous Pequena Companhia said...

Apenas digo que o Ballet Gulbenkian é uma fonte de inspiração para nós....


www.freewebs.com/littlecompany

12:49 AM  
Blogger Pedro said...

Isto é uma tristeza, mas vem na sequência da política e das intenções expressas há anos pela actual administração, que quanto a mim tem vindo a desbaratar tudo o que foi feito pelo casal Perdigão. As justificações avançadas pela administração são ridículas.
Será que alguém me podia esclarecer uma coisa -- quais são/eram os encargos anuais com o Ballet Gulbenkian? E qual é o peso desses encargos no orçamento da fundação? Se me pudessem enviar essa informação por email agradecia.

1:10 AM  
Blogger Uther said...

Estou profundamente triste com a notícia da extinção do Ballet Gulbenkian. Assisti às fabulosas interpretações do BG no Europarque de Santa Maria da Feira, nos bailados "Prélude à l'après-midi d’un faune", "A Sagração da Primavera" e "Falling Angels": foi o deslumbramento!

Não tenho dúvidas de que voltaria a assistir inúmeras vezes aos vossos bailados para ter o prazer de vos ver.

A extinção do BG é a destruição do nosso património cultural. O Ballet Gulbenkian representa para um português aquilo que o Ballet de L'Ópera de Paris representa para um francês, tal é o carinho e o orgulho que temos pela nossa companhia de dança. Alguém concebe a extinção do Royal ballet, ou do ballet Kirov? O BG é a única companhia de grande nível e grande estrutura que Portugal tem no domínio do ballet contemporâneo. Como é que se consegue conceber a extinção da melhor companhia de ballet contemporâneo existente em Portugal?

«o Ballet Gulbenkian já não pertence a 9 membros de um conselho de Administração, pela sua história já é um património Português e Mundial. Pelo facto de uma Fundação ser privada não lhe assiste o direito moral para a destruição gratuita de algo que é de todos. Existem limites para a barbárie.» in blog Crítico

Sobre este tema, são muito interessantes os artigos que têm sido colocados no blog Crítico desde o passado dia 6.

Transcrevo:

«É incrível a deselegância, a falta de respeito e mesmo falta de educação da Administração ao acabar com uma temporada programada, anunciada e à venda! É uma falta de respeito e de responsabilidade social da Administração para com funcionários, e sobretudo para com o público e a sociedade fazer como fez. Uma Administração que faz como faz, esconde as coisas como esconde, não merece respeito ou o benefício da dúvida. Cavalheiros não agem assim.»

Faço votos para que continuem a dançar juntos, na concretização dos vossos projectos. Afinal o que importa é a paixão, paixão imensa, pela dança.

Paulo Correia

3:39 AM  
Anonymous António said...

"E se a Fundação Gulbenkian resolvesse vender os quadros do seu museu ou do Centro de Arte Moderna num leilão para financiar os jovens pintores e as novas correntes da arte? Para financiar a rapaziada que sai da Escola de Artes? E já agora aproveitava a receita para assegurar ordenados ao conselho de administração por mais cinquenta anos? Quadros que seriam espalhados pelas quatro partes do mundo? Será que a Fundação tinha esse direito? Será que o Governo poderia intervir? Não seria um escândalo?"

11:53 AM  
Anonymous Isabel said...

Pedro: se há uma única coisa que a Fundação não pode fazer é desfazer-se do Museu e das obras de arte que Calouste Gulbenkian coleccionou em sua vida. Isso faz parte das condições exigidas pelo Fundador para a existência da Fundação.

Tudo o resto, pode !

E, pelo andar da carruagem, é o que vai fazer ...

Quanto aos "fins estatutários" - Arte, Educação, Ciência e Caridade - ele há tantas formas de os interpretar ...

4:03 PM  
Anonymous Isabel said...

Desculpem: não era ao Pedro que queria responder, mas sim ao António.

4:05 PM  

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